La France, meu primeiro brechó na Flórida!

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CAPAF

No último fim de semana (que foi o meu segundo aqui) fomos conhecer Tampa Bay, uma simpática cidade que fica a 110km de Orlando, mais ou menos 1 horinha de carro.

A Baía de Tampa tem um arzinho fofo de cidade antiga, que surgiu a partir do mar.  Fica na costa oeste da Flórida e é banhada pelas límpidas águas do Golfo do México. Há muito o que fazer na região, desde as praias às atrações culturais que incluem ótimos museus e teatros. Mas, como fui dirigindo e não queria voltar tarde, resolvi ficar só pelo centro mesmo.

Dei uma pesquisada na internet antes e achei muito interessante uma região do centro de Tampa chamada Ybor CitY. O bairro é conhecido como “a capital mundial do charuto” e é um Patrimônio Nacional Americano!

O turista pode visitar famosas fábricas de charutos autênticos e feitos à mão e voltar um pouco no tempo. Tem vários restaurantes de comida cubana (eu comi um delicioso sanduíche com pãoo cubano e quesadillas de lagosta com camarão!!!) e as ruas são muito bonitinhas.

Foi andando nessas ruazinhas que vi, de longe, uma vitrine com uns vestidos vintage maravilhosos e meu coração bateu mais forte: assim, sem querer, tinha encontrado meu primeiro brechó na Flórida!!!

SONY DSC Vitrine do brechó La France no sábado em que estive lá 

O La France é um brechó com um acervo enorme de peças vintage e uma parte que vende roupas novas mas com design retrô. Tem réplicas de vários modelos clássicos de saias e vestidos de época.

O lugar é bem grande e a variedade de peças é de enlouquecer! Eu quis provar tudo que aparecia pela frente. A única dificuldade é a numeração. Tem que ire provando e se não servir pedir a ajuda das vendedoras. Pra vocês terem uma ideia, tiveram peças XS (que seria um PP) que me serviram e XL (que seria um GG) também! Hahahaha

faacebolsas Os vestidos que eu mais gostei e um dos arranjos lindos de cabeça 

Os preços variam entre 100 e 180 obamas um vetado. O arranjo de cabeça estava por 28 obamas. Não é barato, ainda amais na terra dos outlets, onde as pessoas compram roupas por 2 dólares. Mas são peças diferenciadas, com design muito específico, que a gente não encontra em todo lugar. Então acho que vale a pena garimpar uns vestidos por lá 😉

brecho-na-florida Salão principal do La France: muita coisa pra gente garimpar e viajar no tempo <3

brecho-florida

SONY DSC Acessórios de todos os tipos!

Ah e não tem só moda feminina no brechó. Tinha tanta coisa linda pros boys, que eu tive vontade de comprar tudo pra montar meu namorado como um dandy! Pena que ele não usaria nada que eu levasse hahaha. Mas tem muitos ternos lindos, gravatas, suspensórios e a maior coleção de chapéus maravilhosos que eu já vi!

cd

Então, se você tem uma quedinha por coisas retrô, inclua Tampa Bay e o brechó La Frande na sua próxima visita à Flórida 😉

Vai lá:

1612 E Seventh Avenue, Historic Ybor City, FL 33605

 

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Mais looks que eu escolhi na Clarim =)

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O último post que fiz com as peças da coleção nova da Clarim ficou com gostinho de quero mais, né?

Tantas peças lindas, modelagem boa e preços bem amigos. Então aqui vão mais alguns looks que eu amei e escolhi para postar aqui no blog.

Nâo preciso nem dizer que o meu preferido foi o macacão, ne?

Também AMEI esse último vestidinho 🙂

E vocês? Gostaram mais de qual?

Escolhi peças que têm um caimento legal e vestem bem. Ultimamente ando muito chata com modelagem e caimento de roupa. Impressionante como muda o visual ter cuidado com ombro no lugar, costuras retinhas, cinturinha ajustada…

Lembrando que as peças novas chegaram às duas lojas da Clarim – Cidade Jardim e Salgado Filho.

Para acompanhar todas as novidades é só curtir a página da Clarim no Facebook, que todo dia tem peças novas por lá.

 

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O segredo do figurino de Steve Jobs

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Você pode até achar que Steve Jobs usava sempre essa camisa de malha com gola rulê porque odiava botões, e que isso foi o primeiro passo para a criação do teclado touch screen.

Mas essa não é bem a explicação do figurino do senhor Jobs.

Perguntado em várias entrevistas sobre o porquê de usar sempre as mesmas peças, ele nunca falava sobre o assunto.

Agora, o biógrafo oficial de Seteve Jobs, Walter Isaacson, divulgou um trecho da biografia em que fala sobre “o mistério do figurino”.

E tudo começou – que diria – por causa do estilista japonês Issey Miyake:

“Em viagem para o Japão no começo dos anos 1980, Jobs perguntou a Akio Morita, presidente da Sony, por que os funcionários das fábricas usavam uniformes. Akio respondeu que, logo depois da guerra, as pessoas não tinham roupas e as empresas tinham que dar a seus trabalhadores algo para vestir. Com o passar dos anos, os uniformes transformaram-se em assinaturas de estilo, principalmente em companhias como a Sony, e isso se tornou um jeito de unir os trabalhadores com as empresas. “Decidi que queria esse tipo de união na Apple”, lembrou Jobs.

A Sony tinha contratado o famoso estilista Issey Miyake para criar seu uniforme – uma jaqueta feita de náilon reforçado com zíperes nos ombros, permitindo retirar as mangas e transformar a peça em um colete. Então Jobs ligou para Miyake e pediu para que ele desenhasse um colete para a Apple. Ele lembra: “voltei com algumas amostras e sugeri aos funcionários que seria ótimo se todos vestíssemos aqueles coletes. Rapaz, fui vaiado na hora. Todo mundo odiou minha ideia”.

Nesse meio tempo, Jobs ficou amigo de Miyake e passou a visitá-lo frequentemente. Ele começou a gostar da ideia de ter um uniforme para si mesmo, pela conveniência diária (ou lógica, como ele definiu) e pela criação de um estilo próprio. “Então pedi a Issey que me produzisse algumas das suas camisas pretas de gola rulê que eu gostava, e ele me entregou tipo umas cem”. Jobs percebeu minha surpresa quando me contou essa história, então me mostrou seu guarda-roupa. “É isso o que eu visto”, ele disse. “Tenho o suficiente para durar até o fim da minha vida”.

Tio Jobs tinha um closet igualzinho ao da Mônica, da ‘Turma da Mônica”. Grau de variaçãõ = zero.

E quer saber? Eu achava muito legal. Mas é claro que isso só era possível porque ele nasceu homem 😀

 

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Looks de Michelle Obama no Brasil

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O assunto do fim de semana foi a visita de Barack Obama ao Brasil, né?

O jornalismo brasileiro – como sempre – deu seu show de mesmice fazendo matérias praticamente iguais em todas as emissoras e jornais. E pegue gente “do povo” reverenciando “o homem mais poderoso do mundo”.

Para mim, a melhor coisa dessa visita de Obama foi acompanhar os looks da primeira dama. Simplesmente porque eu adoro roupa, e todas as mensagens que ela transmite.

Admiro muito o estilo de Michelle. Ela faz escolhas que condizem com a posição que ocupa (imagina como deve ser chato ter que ser sempre discreta, e se vestir para dar satisfação ao mundo), mas sempre consegue acrescentar um pouco de personalidade ao look. Repete roupa sem drama nenhum, e sabe valorizar seu tipo físico e disfarçar o que não lhe favorece.

Ou seja, musa!

Vamos ver o que ela usou nesse dias em solo brasileiro:

O vestido da chegada foi meu preferido. É super feminino, cintura marcada e saia solta que valoriza muito o corpo. O toque e ousadia de Michelle foram as sapatilhas azuis, contrastando com as cores do vestido. Ficou lindo!

Para a cerimônia com tia Dilma, ela usou um look mais formal.

Em seguida foi a um evento com adolescentes em Brasília, e dispensou a parte de cima da roupa, revelando um lindo vestido de um ombro só. Ficou perfeito nela. O tecido tinha uma cor meio manchada, meio tie die, e meu namorado perguntou se ela estava vestindo o santo sudário hahahahahaha.

Em seguida veio o tubinho marfim bordado de pedrarias. Ela adora esse comprimento na altura do joelho, ou um pouco abaixo. É muito elegante e fica ótimo nela, que tem pernas bem compridas.

A família seguiu para o Rio de Janeiro, e Michelle apareceu com um look colorido com ar cinquentinha. Oha como dá pra ficar muito elegante mesmo usando sandália rasteira!

Aliás, a escolha da rasteira mostra um pouco da personalidade da primeira dama americana. Quantas mulheres em posição importante como ela vocês já viram abandonar o salto? Só a Carla Bruni mesmo, e por pura subserviência ao marido anão.

Ainda no Rio, Michelle assistiu algumas apresentações na Cidade de Deus. E, gente como a gente, repetiu o mesmo cardigã amarelo do look anterior. É claro que ele ganhou uma cara totalmente nova, combinado com outras peças.

E ela ainda deu pauta pra uma semana de programas como o de Ana Maria Braga, com o tema “primeira dama americana homenageia o Brasil usando verde e amarelo” rs.

Olha que lindo o colar turquesa que ela usou nesse look:

E pronto. Depois de dar aula de elegância para as mulheres de políticos brasileiros (ai que vergonha), ela se foi.

Linda!

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Roupas feitas de… mapas!

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Elisabeth Lecourt é uma artista francesa, que vive e trabalha em Londres.

O último trabalho dela é uma série de roupas feitas dos mais diversos tipos de mapas. Fiquei encantada com a perfeição das peças. Olha só:

Lindos né?

No site de Elisabeth tem outras fotos, e mais sobre a carreira e os trabalhos dela.

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